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GESTÃO
GESTÃO

Os negócios da JBS são conduzidos por uma estrutura de gestão global e por quatro plataformas regionais:


Estrutura de gestão global


Wesley Batista

CEO


Tarek Farahat

Presidente de Marketing e Inovação


Gilberto Tomazoni

Presidente de Operações


Vincent Trius

Presidente de Novos Projetos


Russ Colaco

CFO

Plataformas regionais
América do Sul
América do Norte
Europa
Ásia-Pacífico


GOVERNANÇA CORPORATIVA

Ser o melhor naquilo que se propõe a fazer é o que norteia as atividades da JBS. Diante disso, a Companhia busca constantemente adotar as melhores práticas de Governança Corporativa, visando manter o equilíbrio adequado na alocação de direitos, poderes, obrigações e responsabilidades entre gestores, Conselho de Administração e acionistas.


Estrutura de Governança GRI G4-34

Na JBS, a estrutura de Governança Corporativa se apoia em duas principais instâncias: Conselho de Administração e Diretoria Executiva. Mais alto órgão de governança da Companhia, o primeiro reúne representantes dos acionistas com o intuito de determinar as linhas centrais dos negócios e metas relativas aos temas econômicos, sociais e ambientais, além de decidir sobre questõeschave, em linha com as competências que lhe são atribuídas pelo Estatuto Social.

Eleito pela Assembleia Geral de Acionistas para mandatos de dois anos (com a possibilidade de reeleição), é composto por oito conselheiros. Do total de membros, dois são independentes.


Joesley Mendonça Batista

Wesley Mendonça Batista

José Batista Sobrinho

Humberto Junqueira de Farias

João Carlos Ferraz

Carlos Alberto Caser*

Tarek Farahat

Márcio Percival Alves Pinto*
*Conselheiros independentes

Para dar suporte ao Conselho de Administração, a JBS possui as seguintes instâncias:

  • Conselho Fiscal: Dentre suas atribuições, fiscaliza documentos expedidos pelos Administradores e, se necessário, opina ou denuncia erros, fraudes ou crimes ao Conselho de Administração e à Assembleia Geral. É formado por quatro membros efetivos, sendo um presidente, e quatro suplentes. A relação de membros pode ser acessada no www.jbs.com.br/ri.
  • Comitês: A JBS conta com quatro Comitês não-estatutários – Sustentabilidade, Auditoria, Financeiro e de Gestão de Riscos e de Gestão de Pessoas. No website da Companhia (www.jbs.com.br/ri) , há mais informações a respeito de cada um desses Comitês.

Diretoria executiva

A Diretoria Executiva, por sua vez, está prevista em Estatuto e é responsável pela gestão e administração das atividades da JBS. Responde pela execução dos negócios da Companhia, cumprindo a orientação estratégica determinada pelo Conselho de Administração, instância que também escolhe os executivos para mandatos de três anos, sendo permitida a reeleição. A atual composição da Diretoria Estatutária, cujo mandato expira em maio de 2019, é formada por quatro membros:

  • Wesley Mendonça Batista – diretor-presidente
  • Francisco de Assis e Silva – diretor-executivo de Relações Institucionais
  • Jeremiah O’Callaghan – diretor de Relações com Investidores
  • Eliseo Santiago Perez Fernandez – diretor de Administração e Controle


Listagem em Bolsa GRI G4-DMA

A JBS S/A negocia suas ações no Novo Mercado da BM&FBovespa, segmento de listagem que é referência em termos de boas práticas de Governança Corporativa para companhias abertas. Ao aderir a esse ambiente, a JBS assume compromissos de governança corporativa, de forma voluntária, que vão além das exigências da legislação atual.

Isso implica, por exemplo, zelo pela conduta ética e sustentável, pois as regras estabelecem que as informações sejam prestadas para facilitar o acompanhamento e a fiscalização dos atos da administração e dos controladores da companhia. O regulamento do Novo Mercado também busca fomentar a adoção de regras societárias que melhor equilibram os direitos de todos os acionistas, independentemente da sua condição de controlador ou investidor.

No encerramento de 2015, o valor de mercado da JBS, em Bolsa, atingiu R$35,3 bilhões. Tal montante situa a Companhia entre as 15 empresas de maior valor de mercado do Ibovespa, índice no qual seus papéis figuram. GRI G4-9

As ações da JBS também compõem a carteira teórica dos seguintes índices da bolsa paulista:

  • Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC)
  • Índice de Ações com Tag Along Diferenciado (ITAG)
  • Índice Brasil (IBrX)
  • Índice Brasil 50 (IBrX-50)
  • Índice Brasil Amplo (IBrA)
  • Índice Carbono Eficiente (ICO2)
  • Índice BM&FBovespa Consumo (ICON)
  • Índice Valor BM&FBovespa (IVBX-2)
  • Índice Mid-Large Cap (MLCX)
  • Índice de Governança Corporativa Trade (IGCT)
No mercado norte-americano, a JBS negocia ADRs (American Depositary Receipts) Nível 1 no mercado de balcão OTCQX, na Bolsa de Nova York (Nyse).


Políticas

Como parte das boas práticas de governança corporativa adotadas, a Companhia conta com políticas que concentram informações sobre temas relevantes e auxiliam a gestão na condução dos negócios. O conjunto de políticas aborda os seguintes temas:

  • Política de Divulgação de Informações Relevantes
  • Política de Negociação com Valores Mobiliários
  • Política de Dividendos
  • Política de Privacidade

A íntegra de cada política está disponível no site da Companhia ( www.jbs.com.br/ri , em Informação Corporativa/Códigos e Políticas).


Gestão de riscos

Todos os riscos aos quais a JBS está exposta, nas várias dimensões de seus negócios, são gerenciados pela Diretoria de Controle de Riscos (Risk Management), com o apoio da Comissão de Gestão de Riscos. Cabe a essa divisão apoiar as áreas operacionais na identificação, avaliação, mitigação e monitoramento dos riscos inerentes às atividades da Companhia, bem como empregar sistemas específicos e alocar profissionais capacitados para sua mensuração, análise e gestão.

Os riscos são classificados por categoria e nível de criticidade pré-definidos, que possibilitam a avaliação dos cenários existentes e a priorização e adoção das ações corretivas necessárias, contribuindo para a sustentabilidade das operações e a perenidade do negócio.

A seguir, são apresentados os principais riscos financeiros e socioambientais identificados, monitorados e mitigados e as iniciativas para sua gestão. Todos os potenciais fatores de risco conhecidos pela Companhia são apresentados e comentados em detalhe no Formulário de Referência da JBS S/A, nas seções 4 e 5 do arquivo disponível aqui (link). Os fatores socioambientais identificados como riscos à operação podem também trazer oportunidades de negócio, levando a companhia a melhorar sua eficiência e produtividade, reduzir seus custos, se diferenciar de seus competidores e desenvolver novos negócios.



GRI G4-EC2, G4-DMA

CATEGORIA TIPOS DEFINIÇÃO COMO É MITIGADO
RISCOS FINANCEIROS Mercado Englobam os riscos de câmbio, juros e de commodities, cujas flutuações de preços potencialmente afetam os negócios da JBS. As exposições são mapeadas em tempo real e constantemente gerenciadas pela Diretoria de Controle de Riscos, que emprega instrumentos financeiros de proteção, inclusive derivativos, desde que aprovados pelo Conselho de Administração.
Crédito Risco de inadimplência, relacionado às suas contas a receber de clientes, aplicações financeiras e contratos de proteção. Contas a receber de clientes: risco por meio da pulverização da carteira e pelo estabelecimento de parâmetros seguros para a concessão de crédito (sempre observando limites proporcionais, índices financeiros e operacionais, e realizando consultas a órgãos de monitoramento de crédito). Operações financeiras que tenham como contraparte instituições financeiras: utiliza limites de exposição definidos pela Comissão de Gestão de Riscos e aprovada pelo Conselho de Administração, baseados em classificações de risco (ratings) de agências internacionais especializadas.
Liquidez Possibilidade da ocorrência de desequilíbrios entre os ativos negociáveis e os passivos exigíveis que possam afetar a capacidade de cumprir as suas obrigações financeiras a vencer. Gestão da estrutura de capital da JBS tem foco nas métricas de liquidez imediata modificada – ou seja, disponibilidades mais investimentos financeiros divididos pela dívida de curto prazo – e de capital de giro, para manter a alavancagem natural da companhia e de suas controladas.
RISCOS SOCIOAMBIENTAIS Aquisição de Matéria-Prima Risco de adquirir matéria-prima de fornecedores envolvidos com desmatamento de florestas nativas, invasão de áreas protegidas, como terras indígenas ou unidades de conservação ambiental, uso de trabalho infantil e análogo ao escravo ou produtos que possam oferecer riscos à saúde dos seus consumidores. Aquisição de bovinos: Comunicação ao mercado sobre os critérios socioambientais para a compra e estímulo para o uso das boas práticas agropecuárias, além de monitoramento das fazendas de fornecedores localizados nos estados da Amazônia Legal por meio de um sistema geoespacial que é capaz de identificar, remotamente, ocorrências de não conformidades e impedir a compra de matériaprima destes fornecedores. Aves e suínos: a origem e a qualidade da matéria-prima são garantidas por meio da relação de integração da companhia com os criadores dos animais. São feitas visitas periódicas e auditorias nos processos dos fornecedores para garantir que as práticas de produção estejam em consonância com os critérios exigidos pela companhia. Qualidade dos produtos: a JBS dispõe de área dedicada para acompanhar todo o processo de produção, que é constantemente auditado por diferentes órgãos reguladores e clientes a fim de se manter as credenciais para atender todos os mercados.
Mudanças Climáticas Mudanças climáticas podem oferecer riscos para a operação da JBS, uma vez que recursos como água, energia elétrica (no caso do Brasil está intimamente ligada ao regime de chuvas) e ração animal (dependente da agricultura) são fundamentais para a produção de matéria-prima (bovinos, aves, suínos e ovinos) e, portanto, são extremamente sensíveis às alterações climáticas, podendo impactar negativamente os negócios da empresa. Os negócios também podem ser impactados por novas legislações e regulamentações sobre o tema. Por meio do monitoramento dos impactos ambientais das operações diretas (industrial, logística e de transporte) e com ações que reduzam os impactos de suas operações e as de seus fornecedores. O monitoramento se dá por meio da elaboração de inventário global das suas emissões diretas e indiretas de GEE seguindo a metodologia internacional do GHG Protocol. Os resultados deste inventário são publicados anualmente na plataforma CDP. A JBS também monitora indicadores relacionados à quantidade de energia elétrica e água utilizada em suas atividades com o objetivo de otimizar processos produtivos que levem gradativamente à redução do consumo. Para reduzir impactos de suas atividades e gerar oportunidades, possui plano anual de investimentos em melhorias ambientais, voltado à otimização no uso de recursos naturais, reaproveitamento energético de resíduos e água, entre outros.